domingo, 30 de outubro de 2011

SIGNOS VISUAIS



Que é um pensamento educado?
É aquele capaz de organizar (selecionar e combinar) o percurso das idéias formalizando raciocínios objetivos, eficientes que exponham significados adequados às intenções de emissão e recepção de mensagens [...];
A Semiótica não trata de um método previsto e pronto, busca um método que se realiza e se corporifica no ato do pensar. É, em primeiro lugar, o modo como pensamos, o quê pensamos será resultado de como organizamos o pensamento.
[...] o mais alto grau da realidade está contida nas linguagens [...];
[...] linguagem é a faculdade que temos de representar [...];
[...] o mais algo grau da realidade está contido nas representações. Só aquilo que representamos, que conhecemos, vivenciamos e aprendemos, se constitui na nossa realidade. O que não representamos não existe [...];
[...] Nosso diálogo com o mundo é conduzido pela nossa capacidade de representar [...] ;
[...] a realidade está contida nas linguagens que nós assimilamos e praticamos. Aquilo que não sabemos representar não faz parte de nós, do nosso repertório, das nossas práticas de intelecção do mundo;
[...] nosso diálogo com o mundo é conduzido por esta capacidade de representar;
[...] é a linguagem que vai nos capacitar para o ato de pensar, é a linguagem que instrumentaliza o pensamento, é a linguagem que dá vigor ao pensamento.  Mas para que eu possa pensar utilizando as linguagens eu tenho que ter sobre elas consciência e consciência quer dizer com ciência, com conhecimento; portanto, para que eu possa pensar eu tenho que aprender, eu só penso sobre aquilo que eu aprendi e o modo como eu aprendi é que vai dar o desenho do modo como eu penso [...];
Para Charles Peirce  Um Signo é tudo aquilo que está relacionado com uma Segunda coisa, seu Objeto, com respeito a uma Qualidade de modo tal a trazer uma Terceira coisa seu Interpretante, para uma relação com o mesmo Objeto, de modo tal a trazer uma Quarta para uma relação com aquele Objeto na mesma forma, ad infinitum. (PEIRCE, 1977, p.28).      
 [...] então Signo é o processo mental das operações de substituição, a realização da representação, através do engenho e processamento cerebral produzindo aquilo que se constitui no que chamamos de mente ou pensamento. Nós vivemos os Signos, enquanto vivemos e aprendemos o mundo por representações. O Signo é a unidade mínima de significação, a unidade discreta dos códigos [...] Só adquire valor quando organizado  em mensagem em determinado contexto, segundo modelos, regras ou padrões que orientam os códigos o sistemas.
Para Peirce todo signo está em lugar de um objeto independente dele mesmo, mas só pode ser um signo deste objeto na medida em que este mesmo objeto possua a natureza de um signo ou pensamento. Pois o signo não afeta o objeto, senão que está afetado por este, de maneira que o objeto tem que ser capaz de transmitir pensamento, isto é, tem que possuir a natureza de um pensamento, ou de um signo. (PEIRCE, 1538);
Esse processo denomina-se por semiose. Tudo no mundo são semioses. Tudo no mundo são pensamentos. Através das semioses dialogamos com o mundo e o mundo dialoga conosco;
Todo pensamento se processa por meio de signos, o significado do signo não se esgota porque o objeto de substituição têm qualidades múltiplas e não é afetado pelo signo, nossas semiosis poderão ser inesgotáveis, dependendo de como elaboramos as substituições.
O Signo não é o Objeto, e sim alguma coisa que está em uma operação real de substituição. Essa substituição se dá na nossa mente interpretante, seguindo uma ação mental. Quando estas substituições são processadas, operamos a relação triádica para obter o interpretante, que mantém uma relação com o Objeto, sem sê-lo. Essa relação configura um constante vir-a-ser;


ESPAÇO BI E TRIDIMENSIONAL
Qualquer obra de arte executada em três dimensões;
Com o advento da ARTE CONCEITUAL nos anos setenta, o termo também começou a ser aplicado a uma grande variedade de obras de arte AVANT-GARDE, algumas consistindo apenas numa série de estatutos escritos (por ex. por Lawrence Weiner), e outros usando a dimensão do tempo assim como do espaço. Quando o artista inglês Richard Long realizou um dos seus programados passeios em corta-mato e registrou num mapa o que tinha feito, a sua ACTION também foi rotulada “escultura”. O termo tornou-se na designação para quase qualquer forma de atividade artística que não seja pintura. (LUCIE-SMITH, 1990, p.80
Escultura fingida – um tipo de pintura em TROMPE L’OEIL, na qual as figuras são modeladas numa só cor de forma a aprecerem esculturas.
Escultura de vulto – escultura com partes que se projetam ostensivamente para o espaço circundante.
Escorsoè Técnica de representar um objeto colocado em ângulo com o plano, por meio de ilusões perspécticas. O olho do espectador automaticamente reconstrói o objeto nas suas corretas proporções.
Relevoè1. Uma composição, ou desenho, realizados de tal forma que o seu todo, ou parte, se projeta de uma superfície plana; 2. A sugestão ou ilusão da tridimensionalidade, dadas numa pintura;
Alto relevo è Relevo escultórico, realizado de forma a sugerir que as zonas principais da composição estão praticamente destacadas do seu suporte
Baixo relevo èEscultura em relevo, na qual as figuras se projetam da superfície, em menos de metade da sua verdadeira profundidade.
               Anáglifo è Escultura em baixo relevo, que de uma forma feral se eleva levemente da superfície que a rodeia;
Médio relevo è  Escultura em relevo, na qual figuras e objetos se destacam da superfície, em metade de seu volume;
             Relevo achatadoè Rilievo stiacciato, rilievo  schiacciato – Baixo relevo, de gradações finas, onde  os pontos de transição são comprimidos e as verdadeiras relações das zonas sobrepostas são, até certo  ponto, falsificadas, de modo a sugerir uma atmosfera ( pr ex. SFUMATO), assim como efeitos puramente tridimensionais. Encontrado no seu pelno desenvolvimento, nas obras de escultores italianos do RENASCIMENTO, com Donatello
Gotthold Lessing è Seu tratado estético (séc. XVIII) discute sobre a escultura.
              Escultura é uma arte relacionada com a disposição dos objetos no espaço.Poesia , música são formas artísticas que se dão no tempo.
             Artes visuais são estáticas, as partes são percebidas simultaneamente pelo observador, são percebidas e absorvidas em conjunto ao mesmo tempo. (KRAUSS, 1998, p.2-3)
             Collage è Técnica inventada por Pablo Picasso e Braque durante a fase cubista analítica. Colavam  fragmentos de papel de jornal e padrões previamente impressos, nas suas composições, como elementos representativos da realidade.
             Assemblage è Uso de diversos materiais tridimensionais (OBJECTS TROUVÉS) , para criar  objetos artísticos. Esta técnica deriva, originalmente, da COLLAGE, foi muito popular até o fim dos anos cinqüenta, com parte do revivalismo DADA.


COMPOSIÇÃO, EQUILIBRIO, HARMONIA, PROPORÇÂO, ENQUADRAMENTO, MOVIMENTO, CONTRASTE
“vemos as coisas como as vemos por causa da organização (forças internas) que se desenvolve a partir do estímulo próximo (forças externas)”

     Cada imagem percebida é o resultado da interação dessas duas forças
     Segregação - capacidade perceptiva de separar, identificar,evidenciar ou destacar unidades formais em um todo compositivo ou em partes deste todo.
     Unificação - consiste na igualdade ou semelhança dos estímulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto.
     Fechamentoè - importante para a formação da unidade.
     Continuidade - A boa continuidade é a impressão visual de como as partes se sucedem através da organização perceptiva da forma de modo coerente, sem quebras ou interrupções na sua trajetória  ou na sua fluidez visual.
      Proximidade - Elementos ópticos  próximos uns dos outros tendem a serem vistos juntos e, por conseguinte, a constituírem um todo ou unidades dentro do todo.
      Semelhança - Igualdade de forma e de cor desperta também a tendência de se construir unidades, isto é, de estabelecer agrupamentos de partes semelhantes.
      Pregnância da forma – é a Lei Básica da Percepção Visual da Gestalt, cuja definição é 

“qualquer padrão de estímulo tende a ser visto de tal modo que a estrutura resultante é tão simples quanto o permitam as condições dadas.”
“as forças de organização da forma tendem a se dirigir tanto quanto o permitam as condições dadas, no sentido da harmonia e do equilíbrio visual.”

     Forma - Pode ser definida como a figura ou a imagem visível do conteúdo. A forma nos informa  sobre a natureza da aparência externa do objeto. Tudo o que se vê tem forma. A percepção da forma é o resultado de uma interação entre o objeto físico e o meio de luz agindo como transmissor de informação e as condições e as imagens que prevalecem no sistema nervoso do observador, que é, em parte,  determinada pela própria experiência visual.
      Forma ponto - É a unidade mais simples e irredutivelmente mínima de comunicação visual. Na natureza , o seu arredondamento é sua formulação mais coerente. Geometricamente é singular, não possui extensão.
     Qualquer ponto tem uma grande força de atração visual sobre o olho, tanto se sua existência é natural, ou se é produzido pelo homem com algum propósito.
     Forma linha - A linha é definida como uma sucessão de pontos. Quando dois pontos estão tão próximos entre si, que não podem reconhecer-se individualmente, aumenta a sensação de direcionamento e a cadeia de pontos se converte em outro elemento visual distinto: a linha. A linha pode também ser definido como o ponto em movimento.
     Forma plano - O plano é definido como uma sucessão de linhas. Em geometria, um plano, por definição, somente tem duas dimensões: comprimento e largura. No espaço, porém, não é possível expressar um plano sem espessura, tem que existir como algo material. A diferença entre um sólido e um plano é então muito relativa, dependendo do contexto visual observado.
     Forma volume - Volume é definido como algo que se expressa por projeção nas três dimensões do espaço, de duas maneiras: 1) pode ser físico: algo sólido como um bloco de pedra, como um edifício, como uma pessoa, etc., ou seja, algo real. 2) Por outro lado, o volume, ou solidez tridimensional, é um efeito que pode ser criado por meio de artifícios, como na pintura, no desenho, na ilustração, e outros, sobre superfície plana. Sua qualidade visual é a mesma, em todos os casos.
     Forma configuração real - Configuração é sinônimo de forma; porém, deve ser entendida dentro do conceito de representação de um objeto, pelas suas características espaciais consideradas essenciais. Desse modo, em se tratando de configuração, pode ser definida: representação real do objeto e representação real esquemática dos objetos.
     Harmonia -  Harmonia diz respeito à disposição formal bem organizada no todo ou entre as partes de um todo. Na harmonia, predominam os fatores de equilíbrio, de ordem e de regularidade visual inscritos no objeto ou na composição possibilitando, geralmente, uma leitura simples e clara.
     Harmonia ordem -  Quando se produz concordâncias e uniformidades entre as unidades que compõem as partes do objeto ou o próprio objeto como um todo.
     Harmonia regularidade - Consiste basicamente  em favorecer a uniformidade de elementos no desenvolvimento de uma ordem tal onde não se permitam irregularidades, desvios ou desalinhamentos e, na qual, o objeto ou composição alcance um estado absolutamente nivelado em termos de equilíbrio visual.
      Desarmonia -   é a formulação oposta da harmonia. A desarmonia é, em síntese, o resultado de uma desarticulação na integração das unidades ou partes constitutivas do objeto, daquilo que é visto
      Desarmonia desordem - Por desordem visual acontece quando se produz discordâncias entre elementos ou unidades dentro de partes de um todo ou do próprio objeto como um todo.
      Desarmonia irregularidade - desarmonia por irregularidade é um fator  oposto ao de regularidade. Ela se caracteriza pela ausência de ordem e de nivelamento.
     Equilíbrio - É um estado no qual as forças, agindo sobre um corpo compensam-se mutuamente. Ele é conseguido, na sua maneira mais simples, por meio de duas forças de igual resistência que puxam em direções opostas.
     Desequilíbrio - Formulação oposta ao equilíbrio..  Ou seja, é o estado no qual as forças agindo sobre um  não conseguem se equilibrar mutuamente.
      Contraste - A importância e o significado do contraste começa no nível básico da visão através da presença ou ausência de luz. É a força que torna visível as estratégias da composição visual. É a mais importante de todas as técnicas para o controle visual de uma mensagem bi ou tridimensional.

TRABALHOS REALIZADOS
Flores desenhadas em Eucatex e recortadas com serra fita, pintadas com pincel de cerdas macias e tinta PVA bege, colocada sob uma parede rosa.
Após realizacao da atividade, observei que se a pintura tivesse sido realizada com tinta spray a qualidade do trabalho seria superior.
A fotografia foi alterada em seus pixels, por isso dá a impressão de o recorte não estar reto. Se observarmos mais de perto conseguimos ver os pregos que estão segurando o trabalho.
Este trabalho artístico foi realizado após a proposta figurativa com linhas.

foto 1
     
foto 2
 
Na foto A, tirada de cima, observamos pétalas de rosas, vela e uma taça de vinho, o ponto de luz que provém da vela, reflete na taça, iluminando a pétalas ao chão. É uma imagem dionisíaca.
O mesmo ambiente fotografado em lateral já se apresenta de forma diferente, podemos observar, duas velas, um sapato ao fundo , seguido de uma cortina branca, o ponto de luz na foto B fica por conta da vela que acaba se refletindo na taça. A parede branca também clareia o ambiente.
São imagens de ângulos diferentes de um mesmo trabalho.



Cildo Meireles
Cildo Campos Meirelles (Rio de Janeiro RJ 1948). Artista multimídia. Inicia seus estudos em arte em 1963, na Fundação Cultural do Distrito Federal, em Brasília, orientado pelo ceramista e pintor peruano Barrenechea (1921). Começa a realizar desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas. Em 1967, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde estuda por dois meses na Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Nesse período, cria a série Espaços Virtuais: Cantos, com 44 projetos, em que explora questões de espaço, desenvolvidas ainda nos trabalhos Volumes Virtuais e Ocupações (ambos de 1968-69). É um dos fundadores da Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 1969, na qual leciona até 1970. O caráter político de suas obras revela-se em trabalhos como Tiradentes - Totem-monumento ao Preso Político (1970), Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Coca-cola (1970) e Quem Matou Herzog? (1970). No ano seguinte, viaja para Nova York, onde trabalha no projeto Eureka/Blindhotland, no LP Sal sem Carne (gravado em 1975) e na série Inserções em Circuitos Antropológicos. Após seu retorno ao Brasil, em 1973, passa a criar cenários e figurinos para teatro e cinema e, em 1975, torna-se um dos diretores da revista de arte Malasartes. Desenvolve séries de trabalhos inspirados em papel moeda, como Zero Cruzeiro e Zero Centavo (ambos de 1974-1978) ou Zero Dollar (1978-1994). Em algumas obras, explora questões acerca de unidades de medida do espaço ou do tempo, como em Pão de Metros (1983) ou Fontes (1992). 
 
A obra “zero cruzeiro” de Cildo Meireles, já chama a atenção pela data de sua criação, 1974 a 1978. Foi um período de quatro anos de planejamento, pesquisa e construção.
Uma obra conceitual que nos permite fazer uma ponte entre os valores financeiros, no que concerne uma imagem de nota de zero cruzeiro, da mesma forma, a fotografia de pessoas excluídas socialmente.
Os índios primitivos primitivamente estiveram fora do sistema monetário. Não usavam dinheiro. No Brasil, rasgar dinheiro é prova de estar louco. Ambos índios e loucos, estariam portanto fora do campo da moeda, do campo do capital. Zero Cruzeiro é um conflito entre a razão e a locura, diz Paulo Herkenhoff”.
Em “Zero cruzeiro”, Cildo Meireles discute a falta de valor de pessoas como o índio kraô ou o doente mental, gente a quem a sociedade geralmente dá “zero valor” , de um lado, um índio kraô, sobrevivente de um massacre sofrido por sua tribo, realizado a mando de fazendeiros em Goiás.Esta foto faz parte da documentação sobre o massacre, levantada pelo pai de Cildo Meireles. Ela foi utilizada pelo artista na capa de seu disco “Sal sem carne”, de 1975, de outro, um doente interno de um hospital psiquiátrico, em foto tirada pelo artista.

MONTAGEM

 
Qualquer pessoa ao olhar esta montagem, pode imaginar que não passa de uma imitação barata e talvez quem sabe seja.
Mas pra dois acadêmicos em artes visuais tem uma significação emocional.
Na data em que fizemos a análise de obras diversas, só o podemos fazer, pela generosidade de um mestre que soube no momento certo estender a mão.
E como a mim coube Cildo Meireles e seu Zero cruzeiro, não pensei duas vezes em transformar os vinte reais mais significativos do ano de 2010.
Muitas pessoas tem ídolos, os jovens sofrem pelos seus, nunca tive a oportunidade de poder sentir admiração desta forma por alguém, sempre achei estranho este sentimento de comprar todos os discos, ir a todos os shows, a admiração por alguém que nem sabe que você existe.
E de repente aconteceu comigo, admirei um professor desde a primeira aula, sua forma calada de observar e analisar , e as aulas, nossaaaaaaaa, fantástico, como eu “curti” , o domínio de conteúdo, falando sobre todos os assuntos, fazendo relação entre eles, pontual, discreta, o que eu quero ser quando eu crescer.
Só teve um diferencial dos ídolos convencionais, ela nos percebeu, e num ato simples, fez aumentar nossa admiração, respeito e carinho pela mestra. Não só pelo ato financeiro, mas por ter nos notado, compreendido e estendido a mão.
Seremos eternamente gratos. Nossas vidas são cheias de reflexão moral, isto para aqueles que param pra perceber, este ano, percebi várias, mas uma em especial, a da nossa mestre de signos visuais. Não mestra no sentido de títulos, mas no que considero um verdadeiro educador.
Quem é a tão citada: simplesmente Nadja de Carvalho Lamas.
Foto A
Foto B
Realizei em fevereiro de 2010, uma pintura com spray na parede do banheiro masculino da E.E.B. Miguel Couto, da cidade de Schroeder. A foto A, era para ser uma cidade com seus prédios negros e suas janelinhas amarelas, no centro, rodeado por linhas retas, um skatista se equilibrava em seu skate, o mesmo da foto B. Porém , o trabalho artístico sofreu interferencia. Uma das zeladora, com o lava jato, tentou limpar a pichação da parede e alguns alunos, interferiram, na faixa decorativa que era composta por figuras, como a da foto B, numa longa extensão da parede do banheiro.


 
Este trabalho artístico foi realizado na parede de entrada do banheiro feminino, da mesma escola citada anteriormente. É bastante perturbador a sensação de visualizar o espelho no final de um corredor, refletindo a imagem do inicio dele, dá a impressão de continuidade.
Na parede um espelho de um metro de largura e dois de comprimento e no lado um pedaço de madeira de meio metro de largura e dis de comprimento, na madeira, apenas aplicação de verniz, já no espelho, uma figura feminina, pintada sob papel Paraná. A figura se encontra de costas, dando um ar de mistério, e até curiosidade em saber sua fisionomia. 

OUTRAS ATIVIDADES:
 
Bibliografia
  1. ARNHEIM, R. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira/EDUSP, 1980.

  2. CUNHA, Susana R.Vieira da (org.) Cor, som e movimento. Porto Alegre:Mediação, 1999.

  3. Ostrower, Fayga . Universos da arte. Editora: Campus, Rio de Janeiro, 1996, 13ª edição.

  4. RICHTER, Ivone. Interculturalidade e estética do cotidiano no ensino;



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